
Arte do Rapé
Os Tepis, Kuripis e Mutis são Instrumentos de Poder, utilizados durante as aplicações do Rapé, com diferentes nomes nos idiomas tradicionais, como Rume ou Rome. O Rapé é uma Medicina Indígena Ancestral da Região Amazônica Brasileira.




Da floresta amazônica nasce um
conhecimento que atravessa gerações.
O Rapé tem muitos nomes (sendo chamado de Rume pelo Povo Yawanawa), mas sempre
está presente nas práticas tradicionais de
diferentes Povos Indígenas da Amazônia.
Mais do que uma preparação de plantas, seu uso está inserido em conhecimentos próprios, na espiritualidade, na vida comunitária e nas diferentes formas indígenas de compreender o corpo, a floresta e o mundo espiritual.
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Medicina de Tradição Ancestral
Cada povo possui seus próprios conhecimentos, formas de preparo, nomes, plantas e maneiras de se relacionar com o Rapé.
Tradicionalmente, diferentes preparações podem combinar tabaco com cinzas provenientes de determinadas espécies vegetais.
A escolha das plantas, as proporções, o preparo e os conhecimentos envolvidos variam conforme o povo, a família e a tradição de origem.
Dentro das culturas indígenas que preservam seu uso, o Rapé pode estar relacionado a momentos de concentração, recolhimento, oração, proteção, equilíbrio, conexão espiritual e práticas tradicionais de cuidado.
Entre os Yawanawá, o Rume ocupa seu lugar dentro de conhecimentos e práticas transmitidos através das gerações e profundamente relacionados à espiritualidade e à floresta.




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